Imóveis remanescentes: oportunidade de mercado

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Imóveis remanescentes oportunidade de mercado

É comum que as incorporadoras consigam vender a maior parte das unidades de um lançamento imobiliário. Entretanto, existem aqueles imóveis que restam no estoque — e eles passam a ser chamados de “imóveis remanescentes”. Esse nome pode ser traiçoeiro, pois nos induz a pensar que se trata de uma sobra, de algo indesejado e que foi preterido por todos. Porém, ao contrário do que podemos imaginar, esse tipo de imóvel pode ser uma grande oportunidade de negócio não apenas para os compradores que realizarão o sonho da casa própria, mas também para imobiliárias e corretores! Não acredita? Então leia abaixo o que são imóveis remanescentes e por que eles podem ser uma excelente oportunidade de mercado:

O que são imóveis remanescentes?

Os imóveis remanescentes são todos aqueles imóveis que ainda restam no estoque 180 dias após o lançamento do empreendimento imobiliário. Os motivos que levam um imóvel a permanecer na reserva são diversos. Por exemplo: uma cobertura que tem um preço muito alto, que recebe diretamente o sol da tarde ou que se localiza em um andar muito alto ou muito baixo.

Como é o mercado dos imóveis remanescentes?

Vale ressaltar que o interesse por um imóvel remanescente, “de terceiro”, “lançamento” ou qualquer outra nomenclatura comum, costuma ser de profissionais de compra e de venda de propriedades — e não de compradores. Isso porque, normalmente, as pessoas procuram saber o básico sobre o imóvel: se ele é novo ou usado e se atende a suas necessidades específicas.

E esse mercado não é pequeno. Para que se tenha uma noção, segundo dados da ImóvelBid, em 2014, os imóveis remanescentes representaram um mercado de cerca de R$ 11,6 bilhões apenas na cidade de São Paulo.

Como fechar negócios com imóveis remanescentes?

Para uma incorporadora, nunca é um bom negócio ficar com um imóvel parado no estoque. Afinal, além de vê-lo perder valor de mercado, ela ainda é obrigada a arcar com custos como condomínio e IPTU. Estima-se que a soma de todas essas despesas pode custar às empresas até 18% do valor da venda do imóvel — e é exatamente nesse momento que o corretor ganha cartas na manga para garantir um negócio.

E em tempos de crise, as pessoas precisam, mais do que nunca, de bons incentivos para fechar grandes negócios como a aquisição de um imóvel. Portanto, é importante estar preparado para oferecer reduções na taxa de juros, flexibilização dos prazos para pagamento das parcelas do imóvel e até mesmo descontos no preço, por exemplo. Essas são algumas das várias ferramentas que o corretor poderá utilizar em seu favor — e de seu cliente, é claro.

De maneira sucinta, podemos comparar o que acontece com os imóveis remanescentes com o que acontece com os veículos novos e seminovos. De um ano para o outro, o modelo antigo — assim como o imóvel remanescente — já não tem o mesmo preço e valorização de um modelo novo de mesma marca — como um lançamento. Mas mesmo assim, eles continuam movimentando o mercado e sendo um bom negócio para muita gente.

Você ainda tem alguma dúvida sobre imóveis remanescentes? Então deixe sua questão registrada em nosso campo de comentários!

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